Curtas

A partir do dia 09/07/2017, a transferência entre linhas municipais de Diadema e São Paulo e linhas de trólebus será tarifada em R$1,00 nos terminais Diadema, Piraporinha e São Mateus. [05/07/2017 - 14h30]

De acordo com publicação do Diário Oficial de São Paulo, de 03/02/2017, o ponto final das linhas 020, 022, 131 e 492, em Carapicuíba, passará a ser na altura do nº 262 da Rua Ten. José Nogueira, um pouco acima do terminal oficial atual. Data ainda não definida. [03/02/2017 - 11h25]

domingo, 21 de agosto de 2011

EMTU define regras paras licitação na região

Empresa que atuará na RMC por 15 anos após licitação, terá de pagar uma outorga mínima de R$ 1,2 milhão








Presidente da EMTU, Joaquim Lopes: contrato em maio de 2012
(Foto: César Rodrigues/AAN)







A mudança no sistema de transporte metropolitano por ônibus na Região Metropolitana de Campinas (RMC) vai exigir que a empresa ou o consórcio de empresas que vencer a licitação para operar o transporte intermunicipal nas 19 cidades da região, pague ao governo uma outorga mínima de R$ 1,2 milhão, mais 20% sobre as receitas acessórias e 3,86% da receita tarifária à Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU). Vencerá quem oferecer a maior outorga. O valor do contrato está estimado em R$ 2 bilhões, ou seja, a receita que o concessionário terá no período de 15 anos.
Empresários do setor reagiram com muitos questionamentos e descrença no novo modelo na audiência pública realizada ontem em Campinas. O consórcio vencedor formará uma Sociedade de Propósitos Específicos (SPE) que terá que fazer investimentos de R$112 milhões em frota, manutenção de terminais, de corredores e bilhetagem eletrônica Será publicado em novembro, as propostas analisadas em fevereiro e a assinatura do contrato em maio de 2012.  Até lá, as atuais empresas continuarão operando o sistema.
Belarmino Marta Jr, executivo da Rápido Luxo, VB e Boa Vista, responsável por 56% do transporte metropolitano, question o prazo que a EMTU está estabelecendo para a renovação da frota, especialmente na articulados. “Um articulado custa R$ 600 mil e, pelo valor, deveria ter ao menos 15 anos de prazo de vida útil, porque é o tipo de veículo que não consegue se vender, e não os 12 que a EMTU está estipulando”, afirmou. Ele questionou também o repasse da obrigação de manutenção do viários e terminais ao concessionário. “Isso é um custo a mais para nós, da mesma forma que o bilhete integrado. Vai ter subsídio como ocorre com linhas municipais de algumas cidades?” A necessidade de montar uma SPE, afirma, leva a questionamentos sobre como será contratação de funcionários, custos de garagem e dos ônibus.

A EMTU

O presidente da EMTU, Joaquim Lopes, explicou que a concessão vai compreender os serviços de operação atuais e futuros do sistema, com transporte comum, seletivo e especial. A concessionária terá que fazer a operação, conservação e manutenção da infraestrutura implantada e a ser implantada, incluindo o sistema de bilhetagem eletrônica. Será uma reserva técnica de 108 operadores (do chamado sistema Orca, os antigos perueiros) .

O sistema opera hoje com 17 micro-ônibus, 364 ônibus urbanos, 60 articulados e 20 rodoviários. A frota, segundo Lopes, é antiga, falta instrumento contratual e há dificuldades em estabelecer padrão de serviço adequado. A partir da concessão, a idade média da frota no primeiro ano de execução será igual ou inferior a 6 anos e nos demais anos igual ou inferior a 5 anos. A idade máxima da frota será de 10 anos para ônibus convencionais e micro-ônibus, e de 12 anos para os articulados e biarticulados.

Fonte: www.rac.com.br

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