Curtas

A partir do dia 09/07/2017, a transferência entre linhas municipais de Diadema e São Paulo e linhas de trólebus será tarifada em R$1,00 nos terminais Diadema, Piraporinha e São Mateus. [05/07/2017 - 14h30]

De acordo com publicação do Diário Oficial de São Paulo, de 03/02/2017, o ponto final das linhas 020, 022, 131 e 492, em Carapicuíba, passará a ser na altura do nº 262 da Rua Ten. José Nogueira, um pouco acima do terminal oficial atual. Data ainda não definida. [03/02/2017 - 11h25]

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Ônibus desrespeitam horário de partida (SPTrans)


 Uma fiscalização feita em 623 linhas de ônibus municipais da Cidade de São Paulo (46,1%) constatou que 69,3% (432) delas não cumprem o horário previsto de partida.
A elevada quantidade de descumprimento de horários de viagem foi uma das observações do TCM (Tribunal de Contas do Município) em relação às contas de 2010 da Prefeitura. A auditoria não faz referência às outras 729 linhas, mas menciona que os testes "evidenciaram elevada quantidade de autuações pelo não cumprimento da partida". O documento do TCM ressalta, porém, que há "reincidencia crônica", o que indicaria que a SPTrans aplica multas, mas não consegue reverter a situação.
A informação do horário de circulação das linhas consta no site da SPTrans. Porém, se o horário de partida não é cumprido, todo o resto do trajeto acaba prejudicado. Parte deste problema poderia estar solucionado se o SIM (Sistema Integrado de Monitoramento), implantado hásete anos, fizesse a fiscalização eletrônica do cumprimento do horário de viagens. Isso, porém, é feito manualmente por fiscais.
A auditoria do TCM também cita deficiências nos corredores de ônibus, ítem mais mal avaliado na pesquisa feita pela ANTP (Associação Nacional dos Transportes Públicos). Entre os piores estão os das avenidas Santo Amaro, 9 de Julho, Rebouças, Paes de Barros e Guarapiranga.



Frota velha

O stema de ônibus sofre de um defcit contínuo, hoje em R$ 952.000.000. Ou seja, o que os usuários pagam não é suficiente para cobrir os custos. As contas não fecham, principalmente pelos custos elevados das compensações tarifárias (gratuidades, descontos) O TCM também constatou que as empresas não cumprem cláusulas contratuais que preveem que a idade média dos veículos seja, no máximo, cinco anos de uso. Além disso, alguns veículos chegam a ter mais que o dobro dessa idade.

Publicado por: Jornal Destak de São Paulo.
Data: 15/08/2011   Edição: 1218

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